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sábado, 16 de abril de 2011

Manhã, Tarde & Noite


[Sem spoiler]


"Manhã, Tarde & Noite" (1995) nos apresenta uma história típica do Sidney Sheldon, mas eu senti uma atmosfera diferente nesse livro.

Primeiramente, "Manhã, Tarde & Noite" não é protagonizado pelas mulheres fortes de Sheldon. O livro começa contando a morte de Harry Stanford num acidente em alto mar. Com sua morte, seus filhos vão receber uma grande herança.

Então, seus filhos nos são apresentados:

O juiz Tyler Stanford é o filho mais velho. Separado da primeira esposa, respeitadíssimo na sua profissão e humilhado pelo pai desde a infância, que sabe do seu "segredo sujo".

Depois, aparece Kendall. Mesmo com o pessimismo do pai, ela conseguiu se tornar uma estilista famosa e casou-se com o homem que ama: Marc. Entretanto, ela guarda um segredo e alguém aproveita da sua fragilidade para chantageá-la.

Woodrow é o terceiro filho. Woody é jogador de pólo, casado com Peggy e depois de um acidente com um cavalo, ele ficou viciado em heroína.

Assim, próximo do dia da leitura do testamento, uma mulher aparece dizendo ser filha de Harry, Julia Stanford. Ela é filha da antiga babá de Tyler, Kendall e Woody. Quando estava grávida, sua mãe fugiu e Harry nunca ligou para o nascimento da filha.

Em paralelo, os advogados da família, Fitzgerald e Sloane, desconfiam que alguém da família está envolvido na morte de Harry Stanford. Afinal, são 6 bilhões de dólares envolvidos.

Uma história envolvente do início ao fim. E o final... é melhor eu não dizer. Só posso falar que é um final surpreendente e satisfatório.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Nada Dura para Sempre


Sem spoilers.
Como em outros livros do Sidney Sheldon, o prólogo conta uma parte do fim da história. Dra. Paige Taylor estava sendo julgada pelo assassinato de um paciente do Hospital Público Embarcadero. Todos os seus colegas de trabalho depõem contra ela e tudo leva a crer que Paige será condenada.
Ela se pergunta como tudo tinha dado errado. O Livro Um começa.
Durante os três dias que eu demorei para ler esse livro eu ficava mais empolgado a cada dia. Foi-me apresentado as amigas de Paige, Kat e Honey. Três mulheres fortes que tinham enfrentado muitas dificuldades para se formarem médicas. E, durante o livro, vamos conhecer suas paixões, seus desejos, seus defeitos e suas fraquezas.
Paralelo a isso, o Hospital ferve de pacientes. Foi diferente acompanhar a rotina dentro de um hospital. Às vezes, Paige tinha plantões de 36 horas. Atendiam pacientes mal-humorados, recebiam cantadas dos colegas, eram criticadas pelos superiores e faziam cirurgias sob grande pressão.
Eu torci pra que tudo desse certo para essas mulheres. Torci para se apaixonarem pelos homens certos, para não darem confianças para pessoas erradas e para conseguirem realizar os seus sonhos.
O final é emocionante. Não vou contar o que acontece, claro! Mas não me decepcionei. Chorei. Foi engraçado ler as falas de Paige Taylor com a voz embargada.
Bem que a Dra. Taylor tinha dito no início do livro: Nada dura para sempre.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Anjo Negro


A história da Branca Virgínia e do Preto Ismael me chocou. Já tinha lido alguns livros que tinha me deixado de boca aberta e esse é mais um pra essa lista.

Os personagens são todos completamente malucos e sofredores. No início, eu pensava que Ismael era o vilão da história; depois, vi que Virgínia também não era nenhuma santa; mas com a crueldade que ela sofreu por causa da Tia, justifica um pouco de sua loucura; Elias, que sofreu nas mãos do irmão de criação; e Ana Maria, coitada, sofreu com as loucuras da mãe e do padrasto.

A morte, a crueldade, o preconceito, o medo, a violência... foram coisas que chocavam nos anos 40 de Nelson Rodrigues. Mas, eu acho, que até hoje os leitores não ficam indiferentes a esses sentimentos malignos.

Um livro perturbador! Uma leitura recomendada.



quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A menina que não sabia ler


O título de “A menina que não sabia ler” sempre tinha me chamado a atenção. Eu não imaginava o que podia conter dentro das 288 páginas daquele livro. Comecei a ler sem muito interesse e, logo, a história já tinha me capturado. (Não se preocupem. Eu não vou contar o final do livro.)


Florence, uma menina de doze anos que vive com o irmão Giles e um monte de empregados tem uma vida muito parada no ano de 1891. Até o dia em que Florence descobre a biblioteca da mansão. Sozinha, ela aprende a ler.



Depois disso, seu irmão Giles vai para um colégio interno, enquanto Florence, uma menina, não pode receber nenhuma educação. Durante essa ausência de Giles, Florence tem alguns sonhos. Uma mulher que segura seu irmão e diz em seu ouvido:



— Ah, meu querido, eu poderia comê-lo!



Florence fica muito preocupada com a distância que tem do seu irmão. Até que ele volta e os dois vão ser educados por uma preceptora. A Srta. Whitaker chega, mas morre afogada no lago. Agora, aparece a Srta. Taylor. E tudo leva a crer que essa mulher é a mesma dos sonhos de Florence.



Florence, então, tem que lutar sozinha contra as forças malignas para proteger o seu irmão.



Por ser narrado pela própria Florence, você não sabe no que acreditar. Não sabe se tudo é real ou se é coisa da imaginação fértil da menina. Um final surpreendente e de tirar o fôlego.


Boa Leitura!

domingo, 24 de outubro de 2010

Um corpo na biblioteca

Uma trama nunca antes pensada!

Esse foi o 30º livro da Agatha Christie que eu leio. Confesso que estou acostumado com suas resoluções e ultimamente eu tenho adivinhado, ou pelo menos chegado perto,da solução verdadeira. Mas "Um corpo na biblioteca" é impossível de se descobrir.

O corpo loura platinada aparece na biblioteca da casa de um casal conservador. Ela tinha sido estrangulada.

Acontece que o casal, os Bantrys, nunca viram a moça antes. E, para proteger a reputação dos donos da biblioteca, a Sra. Bantry conta com a ajuda da querida Miss Jane Marple.

A história nos leva por uma trama familiar incrível e o final surpreendente só é revelado no último capítulo, bem estilo Agatha Christie.

Vale a pena.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O símbolo perdido

Não se preocupe. Eu não conto o final da história.

Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, foi convidado pelo secretário de seu amigo Peter Solomon a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos, em Washington.

Chegando ao local da Palestra, no Salão Nacional das Estátuas, o professor vê que houve um grande engano. Seu celular toca e ele reconhece a voz que seria do sercretário de Peter, mas, aquele sussurro, pertencia a Mal’akh, um homem tatuado dos pés a cabeça. Mal’akh quer a ajuda de Langdon para encontrar os Antigos Mistérios dos Maçons. E, Langdon encontra o pista no centro da Rotunda.

Enquanto isso, Katherine Solomon, irmã de Peter, espera em seu escritório no CAMS (Centro de
Apoio aos Museus Smithsonian) pelo psiquiatra de seu irmão Dr. Abaddom. Mas confiar nele foi um erro.

Dr. Abaddom é Mal’akh disfarçado e está dentro do CAMS disposto a dar fim a vida de Katherine.

Voltando ao Capitólio, a mão direita de Peter é encontrada com os dedos apontados para o alto da Rotunda. Na mão, tatuagens indicando um lugar no subsolo do Capitólio. E, Inoue Sato, Chefe do Escritório de Segurança da CIA, diz que o certo é seguir as instruções do sequestrador. Eles precisam descobrir os segredos escondidos há séculos pelos maçons.

Mas Warren Bellamy, irmão maçom de Peter faz tudo para o segredo não ser revelado.

No CAMS, Katherine consegue escapar por pouco e encontra Robert Langdon da Biblioteca do Congresso.

E, agora, Robert e Katherine vão descobrir o segredo perdido decifrando símbolos de uma pirâmide maçônica, enquanto a CIA os persegue, Warren Bellamy quer proteger o segredo, Inoue Sato quer pegar os criminosos e Mal’akh não mede esforços e não poupa vidas para conhecer os Antigos Mistérios.

Acredite: isso não é um terço de toda a história.